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Pesquisadores descobriram que a região do cérebro excitada quando alguém fala de si mesmo é a mesma ativada por comida e sexo.

Um estudo publicado nesta segunda-feira no periódico científico Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS) indica que partes do cérebro ligadas ao prazer são ativadas quando uma pessoa fala sobre si mesma. “Isso ajuda a explicar por que muitas pessoas gostam tanto de falar de si mesmas: elas sentem-se bem, basicamente”, explica a autora principal do estudo, Diana Tamir, do Laboratório de Cognição Social e Neurociência Afetiva da Universidade de Harvard.

Os autores descobriram que a região do cérebro excitada quando alguém fala de si mesmo é a mesma ativada por comida, sexo, dinheiro e até drogas. Para a autora, as descobertas são mais do que uma curiosidade específica, considerando que, ela estima, de 30% a 40% de tudo o que uma pessoa fala é basicamente autorreferente.

Assunto preferido: ‘eu’ — Para realizar o estudo, os pesquisadores escanearam o cérebro de pessoas enquanto elas realizavam diversas atividades. Em uma primeira etapa, 78 participantes falaram de seu gosto por chá ou café e conheceram a opinião de outras pessoas.

Na segunda parte do experimento, 117 pessoas falaram sobre aspectos de suas personalidades – se são curiosas ou ambiciosas, por exemplo – e sobre características de presidentes dos Estados Unidos.

Os pesquisadores descobriram que partes do cérebro relacionadas ao prazer eram mais ativadas quando as pessoas falavam sobre si mesmas.

“Fazer revelações sobre si mesmo é um comportamento que temos o tempo todo, todos os dias: quando você conversa com uma pessoa, ela geralmente fala sobre si mesma”, diz Tamir. “No Twitter e no Facebook, as pessoas estão expondo o que pensam ou sentem naquele momento. Alguns estudos mostram que quanto mais você se abre para uma pessoa, mais você gosta dela e mais ela gosta de você. Isso pode estar relacionado à formação de laços sociais.”

Fonte: VEJA

Não tente enganá-los, pois eles sabem reconhecer instintivamente quem são os seres humanos bons e ruins.
“Eles”, no caso, são os cachorros de estimação, objeto de estudo de um grupo da Universidade da Flórida (EUA).
Segundo a pesquisa, publicada no jornal “Learning & Behaviour”, os cães não aprendem, mas possuem essa habilidade naturalmente.
A prova surgiu de um experimento realizado com animais domesticados e seus primos, os lobos.
Os dois grupos tiveram que implorar por comida a pessoas mais atenciosas e a outras totalmente indiferentes.
O teste mostrou que as duas espécies se comportaram da mesma forma, pedindo comida para os mais atenciosos.
A conclusão dos cientistas é que os lobos teriam nascido com essa capacidade de reconhecer quem vai tratá-los melhor, já que a esses animais não foi ensinado implorar por comida –um hábito que os cães aprendem e aprimoram à medida que passam mais tempo com os humanos.

Fonte: Folha

Eu acho que os gatos são uns animais especiais, não me admira que:
Homem que sofria de câncer afirma que gato descobriu doença.

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